30.7.08

êa!

20.7.08




a novidade nem é ganhar das galinhas. mas é que eu apareço no meio da torcida tricolor!

15.7.08




via Fred, poplist

30.6.08

Jack Bauer que me perdoe, mas Sly owns him!!!!!!

1.6.08

Download Day 2008


nerdice wheeeeeeeee!

6.5.08

ontem eu vi um final de tarde bonito... em São Paulo!
Isso mesmo. Passando pela ponte Eusébio Matoso. Não era um pôr-do-sol, mas o céu tinha cores bonitas (e eu não havia tomado nenhum tipo de aditivo).
Depois de sentir um desgosto enorme por sair da serra gaúcha e chegar à cidade cinza, parece que a capital tem se esforçado pra me reconquistar. Sol, céu azul e um frio delicioso.

19.3.08

Balela isso de dizer que disputa de pênaltis é loteria. Loteria mesmo é pegar ônibus em São Paulo!
Que eu chego a passar 4 horas por dia dentro de buzus eu nem vou falar. Mas, foi durante a oitava série, quando eu estudava no ISBA e pegava o Comércio R2 lotado todo dia, a última vez que tive uma rotina diária de buzu cheio. Agora, quase 15 anos depois, estou de volta ao roça-roça dos buzus.
Tenho 5 opções de carros pra pegar pra vir aqui pro atelier. Porra, e tá reclamando de quê, maluco? Acontece que são 5 ônibus que vêm com, no mínimo, todos os assentos ocupados. E a loteria? São duas loterias. A primeira é escolher por qual rua eu vou subir. Teodoro ou Rebouças? A resposta é... tanto faz! Não tem muito o que elocubrar. É subir no buzu e torcer pra que, passado o engarrafamento inexplicável da Vital Brasil[Barril], eu não me depare com outro trecho de lentidão.
A loteria dois se dá quando eu subo no carro. Tudo cheio, às vezes até o corredor. Aí eu tenho que olhar praquelas caras de sono que estão sentadas e "escolher" uma fileira pra ficar do lado, guardar posição e esperar um dos 2 passageiros descer logo [ou não]. Ahahahahah, guardar posição. Que exagero! Exagero uma porra!!! Vá disputar lugar com aquelas mulheres sem noção, vá!
Em meio ao corredor de terra [do verbo fazer terra], minha altura é uma ótima arma de defesa. Ninguém rela minha bunda. Mas, como pra mim faz muito mais sentido me apoiar no corrimão superior do ônibus, eu abro brecha pras sem-noção atravessarem o braço na minha frente pra segurar na barra vertical ou nas alças dos assentos. Pra elas tá tudo muito bom e confortável, mas pra mim NÃO!!! E assim elas acabam por tomar meu lugar e eu me vejo no meio do corredor, sem ter pra onde ir.
E, só pra concluir, vale mencionar as várias oportunidades em que eu consigo acertar na loteria do assento, vaga um lugar e eu, o P.A. gentil, educado e cavalheiro, cedo meu "bilhete premiado" pra alguma mulher ou senhora que tá olhando pra ele com cara de pidona. Fico eu em pé me virando naquele empurra-empurra.
E é assim, dia sim, outro também, que eu sigo vivendo a paulicéia e seu trânsito e transporte desvairados.

2.3.08

De uma vez por todas, na vida... sim, eu sou grande.
Desde sempre eu sou o mais alto da sala, da turma de amigos, da empresa, da família e tudo mais. No jardim de infância, o Tiago Brandão gerou uma corruptela, Tiago Grandão. Meu avô costumava dizer que eu tinha 2 km de intestino. No carnaval, o ponto de encontro era eu e por aí vai.
"Tiago, você que é grande... pega aquele pirex ali, troca essa lâmpada, vê se você enxerga num-sei-quem por aí, vai não-sei-onde porque suas pernas são maiores e você chega mais rápido, joga dentro do garrafão...!!!!!!!!"
Nunca me incomodei, adoro minha altura e não tenho problemas em tirar proveito dela em algumas tarefas. Mas vocês bem sabem que o povo não é muito chegado em ter noção e isso pode ser chato, vez em quando. Sempre tem alguém pra falar "nossa! quantos metros?, Joga basket?, Volei?, Olha, quase não cabe no elevador., Tá frio aí em cima? (essa tem uma resposta bem baixo-astral prontinha!!!), Muito graannnnde... me dá um poquinho dessa altura!, Grandão, filadaputa! Cuidado com a cabeça!! (Vermelho Maluco, grande figura!)..."
Nem sempre isso é ruim. Aliás era com extremo prazer que, toda vez que chegava na casa de Dona Tunça, atendia ao pedido dela de ficar embaixo da porta pra ver se eu conseguia passar normalmente ou tinha que me abaixar.
Mas também tem horas que enche o saco e eu lanço mão do meu sorriso-amarelo-falso só pra não passar por mau-humorado.
Acontece que ontem eu me deparei com uma abordagem inédita e bem diferente do habitual.
Saindo do trabalho, peguei o elevador com o cara que faxina o prédio e que, geralmente, não fala comigo.

- Um metro e quanto?
- Dois e quatro.
- Tinha que entrar pra polícia, porra. (!?!??!?!?!?!?!?!?!?!??!?!?!?!?!?!?!?!??!?!?!?!?!?!?!??!?!)

Confesso que fiquei meio sem resposta pra essa. Eu não tava pronto. Já joguei basket, joguei vôlei... essas respostas estão sempre prontas. Mas entrar pra polícia era "pela primeira vez na televisão".

- Nãããão. Já tenho parentes na polícia. Preciso entrar não.

A resposta meio gaguejada, acompanhada do sorriso-amarelo-intrigado!

27.2.08

nessa chata vida de adulto, tenho que aprender a lidar com algumas situações desagradáveis. pratos que não aparecem limpos no armário, estar na rua antes das 8 da manhã, uns tais boletos bancários que aparecem por debaixo da porta e eu tenho que pagar... mas quem me deixa no maior saci é um tal de taxímetro.
quem tem alguma proximidade comigo sabe que eu tenho pais heróis. em Salvador, eu nunca precisei pegar táxi pra ir pra casa. não importava a hora. em São Paulo, acabou a mamata.
por sorte, os ônibus têm rodado até altas horas e a gente volta pra casa 2 da manhã de buzu numa boa, sem medo de ser feliz. mas tem dia que não tem jeito... temos que chamar the yellow shell.
é sentar no banco, e pra mim sempre sobra ir na frente, pra agonia começar.
por mais que eu saiba quanto vai custar a corrida pra casa, é um sofrimento ver os centavos se acumulando.
doce conforto, amargo preço.

21.2.08

então eu mudei pra São Paulo e blá, blé, bli....
era pra eu ter contado essa historinha aqui mas já se passou muito tempo e caducou!

...

"eu apenas queria que você soubesse que..." o projeto velho-precoce continua de vento em popa.
locadora que entrega e busca o DVD e não existe multa. upgrade do pacote master pro advanced digital. rede do lado da TV... "E assim a gente não sai/Esse sofá ta bom demais"

9.9.07

Joincidences!

no mínimo engraçado estar lá no exercício diário de melar a louça e perceber que, no som, Lynyrd Skynyrd toca That Smell...

10.2.07

Deus é mais! 2

Antônia convidou a mim e a Maria pra batizar seu mais novo rebento... que eu não sei quando nasce.
Toda tímida pra fazer o convite, tadinha!
O mesmo não aconteceu no dia em que o médico identificou o sexo da criança. Depois de parir dois meninos - um deles bem endiabrado - ela não queria mais parir. Mas, já que engravidou, ela queria muito que viesse menina.
Claro que é um menino!!!! auhhuauhauhauhhuauhahuahahuuha
Ela saiu da sala do médico e a recepcionista, toda animada, E aí, mamãe? É menino ou menina?
Antônia ignorou completamente. Tava pirada!!!
(infelizmente eu não lembro pra reproduzir o jeito brau dela contando essa história)

Dentro em breve batizaremos o pequeno Diogo.
Conversando com minha tia Mali semana passada, ela falou...
- Se ela soubesse o significado do nome nunca ia escolher?
- É? E qual é?
"Segundo uma crença popular, Diogo é um dos nomes do diabo", segundo pesquisa rápida no Deus... ops! Google!

Dessa vez, saio na frente de Tonha e digo eu mesmo... Deus é mais!!!!!

16.8.06

Deus é mais!

Hoje eu cheguei a uma conclusão. As empregadas domésticas deveriam ter um abono mensal pela diversão proporcionada. Falo pois é impressionante a quantidade de histórias hilárias que eu já ouvi sobre domésticas e seus feitos mirabolantes.

Aqui em casa, depois de muitos anos, passamos a ter diaristas que vinham faxinar, principalmente, umas duas ou três vezes na semana. Veio uma que trazia a irmã pra ajudar. Uma que cozinhava e não tinha coragem de comer o que fez. Até que chegou o fenômeno... a entidade... Antônia!!!

Ela já havia trabalhado na casa de minha tia Mali. Dona Marli, segundo ela. Entre outros pontos altos, ela fazia o malhassado que meu tio curte. Ah! É assim que ela chama a carne mal passada.
Não sei os motivos, mas ela saiu de lá e passou a fazer diárias nas casas de meus primos e, depois, aqui em casa também.

Desde sua chegada, falta tudo nessa casa, menos histórias de Antônia. E o que eu acho mais engraçado são os detalhes peculiares dela. Por exemplo... não sei por qual motivo, mas eu prefiro que o papel higiênico desça pela frente... saca? Tem o suporte, a parede. Prefiro quando ele sai por cima do rolo. Mas todo dia de faxina, eis que o rolo ta invertido... o papel saindo por baixo. Ta, eu mudo. Mas, dois dias depois, ela vem e muda de novo. Eu já cheguei à conclusão de que não é um evento aleatório. É o padrão dela de papel higiênico no suporte. Em todos os banheiros aqui de casa... Passou Antônia, papel pra baixo.

Meias. Não importa se estão dentro do sapato. Se não estão na gaveta, vão pra máquina!

Sumiços. Caso típico de empregadas. Mas Antônia desintegra as coisas... não é possível. O caso mais clássico aqui de casa é uma caixa de filtros de papel pra cafeteira. Morávamos no STIEP e essa caixa sumiu. 3 meses depois, quando terminávamos de arrumar a casa aqui de Itapuã, olha o danado lá. Imagine. Ela some com a coisa e não acha depois... então, sumiu alguma coisa? Espera o dia dela vir que a gente pergunta.

Bom também são os casos que ela traz da rua. Tipo... amigo-secreto no buzu. Ela e outras empregadas pegavam sempre o mesmo ônibus, mesmo motorista, cobrador...
Final do ano passado, marcaram um amigo-secreto dentro do buzu. Com direito a bolas de soprar e as porra.
Da vez que ela foi dar o lugar a uma senhora que havia entrado no ônibus... a véia começou a xingar ela... “Oi, eu não sou velha não, viu? Velha é você”. A coitada se picou pra parte de trás do ônibus.

O título se refere a uma história boa dela. Na casa de minha prima, ela conversava com Federico (marido de minha prima), ateu convicto. Ela é crente e ele, pra perturbar, falava:
- Jesus era gay. Só vivia cercado de homens.
Ela retrucou inocentemente:
- Deus é mais!


E hoje, a história que me motivou a escrever.
Ela chega já dizendo:
- Quase não venho hoje.
- Por que Antônia?
- Diarréia. Comi um feijão ontem. Quase não consigo dormir de dor na barriga.
- A diarréia de Tiago passou pra você. (sim, eu passei 3 semanas assim)
- É. Deve ser.
- Tomou alguma coisa, Tonha?
- Tomei um Lactopurga.
- O QUE ANTÔNIA????????????????????? Lactopurga solta!!!!!!!!!!!
- Não... tomei um Apracur?!
- O QUE ANTÔNIA????????????????????? Apracur é pra gripe. Seu fiofó ta resfriado, é?
- Era o que tinha em casa, eu tomei!

Mais tarde, saindo pro trabalho, eu noto que minha camisa havia sumido.
- Tonha, cadê minha camisa?
Ela, friamente, me responde rindo (coisa que ela faz o tempo todo):
- Tá na máquina. Pegue outra.
Vera, a senhora que passa as roupas daqui de casa desde sempre, se assustou:
- Oxe.
Eu ri pra caralho! Não sei como Vera ainda se espanta com essas coisas dela. Subi pra contar pra Maria que riu mais ainda e me deu um abraço pra consolar.

Eu vou instituir um abono pra Tonha. Figuraça.
Pode parecer que é só esculhambação, mas a verdade é que ela dá um duro danado aqui em casa e ainda acha tempo pra nos divertir!

4.7.06

quem acha que eu devo atualizar sempre, mesmo que seja com bobagens, levanta a mão!
....

agora quem acha que eu só devo atualizar quando tiver algo de relevante...

8.3.06

cena inusitada...
num pet shop, uma veterinária comendo cachorro-quente!
quando eu vi, entendi o porque dos cachorros estarem em polvorosa... agitados e latindo!

16.2.06

Diário de um passageiro. vol. 5 - Barroquinha/São Cristóvão.08 de fevereiro '06

é uma pena eu não ter escrito esse texto no mesmo dia do acontecido.

no ponto em que pego ônibus passam 3 ou 4 ônibus que servem pra eu ir pro trabalho. geralmente dou preferência ao Terminal da França com ar condicionado que só custa 10 centavos a mais. mas, quando estou atrasado, pego o primeiro que vier. nesse dia eu tava mais do que atrasado e peguei o Barroquinha.
de frente para a escada de acesso, uma velhinha sentada. luvas, camisa branca abotoada até o queixo, casaquinho de vovó, saia comprida, óclinhos, cabelo preso...
sentei um pouco à frente e, lá pras tantas, veja a simpática velhinha pedir a uma menina para mudar para o assento do corredor para que ela sentasse à janela. eu estava ouvindo discman (Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta) e não ouvi odiálogo. só sei que a menina negou o pedido sem nem titubear. a velhinha então passou dois bancos e encontrou um lugar na janela. só que, ao invés de sentar, ela foi se ajeitando para ajoelhar-se, virada pra trás... na direção da menina que a havia negado o lugar. e foi aí que começou a saga.
na ordem estavam a menina que negou o assento, duas meninas no lugar à frente e a velhinha depois. e a velhinha começou a falar. empunhou sua bíblia e falou. eu realmente não estava ouvindo e nem queria ouvir... ("me deixe aqui ouvindo Ronei"). mas dava para notar que a senhora, que havia começado falando de forma delicada, já estava se empolgando. o volume da voz ia aumentando, os gestos ficando mais bruscos, os olhos mais arregalados. não sei a quem ela se dirigia mas sei que ela falava sozinha... não havia uma resposta.
engraçado que um momento que ouvi, ela tava falando de uma compra que ela fez na Insinuante e que as prestações não acabavam nunca e ... volta a música! rápido!!!
o ônibus foi enchendo e a velha falando mais alto. as meninas já haviam levantado e mudado de lugar. mesmo assim a gritaria continuava! e Ronei cantava: "...você insistiu em castigar..."! e eu concordava com ele!
tinha gente que já entrava no buzu reclamando. se tem uma coisa que ela conseguiu foi criar uma cumplicidade entre a galera do buzu... num lugar onde, normalmente, as pessoas não se falam, nesse dia todo mundo se olhava e ria e comentava...
finalmente (!!!!!!!!!!) chegava a hora d'eu descer. a essa altura a velhinha estava com sua bíblia ao pé do ouvido - como quem ouve rádio - e cantava: "Jeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeesussss! Jeeeeeeeeeeeeeeesuss!"
a última coisa que Ronei me disse? "pai, mãe, eu vou partir. tem um circo em frente à casa".
a vida imita a arte

depois que cheguei em Itapuã, precisei me acostumar com meus novos caminhos.
pra ir pegar ônibus, pra ir na casa de Amanda, pra sair com o carro...
no meu roteiro até o ponto de ônibus, passo por uma rua movimentada, com lixo no chão e cheia de buracos.
certo dia, ao dobrar a esquina para essa rua, me deparo com uma cena clássica do cinema brasileiro. um cara agachado - como o goleiro fica quando espera a cobrança de um penalti - cercando uma galinha para não deixá-la fugir.
só faltaram os outros personagens, armados gritando: "pega a galinha aê!!!"

ahhh! Itapuã!!!

8.11.05

_Lembram da mudança? Então... ela foi feita. Agora somos cidadãos de Itapuã. Moramos no 17. Colina de Itapuã, se achar mais chic.
O problema é que a mudança é uma coisa... arrumar a casa é outra. E vai demorar...

_E Itapuã tem, sim, suas peculiaridades. Tipo... ônibus com os mais variados preços, moriçocas mais chatas do que o normal [elas pousam em meu rosto!!! Pode isso!??!] e cachorros com hábitos não muito peculiares...
Hoje de manhã eu saía pro trabalho quando vi um vira-lata circulando o poste, cheirando, mirando, levantando a perninha e...!!! Não sei por que porra eu fiquei olhando aquele cachorro... ninguém fica olhando cachorro mijar. Deve ter sido pela agitação que o cachorro tava... Só sei que eu tava olhando e, na hora, ao invés de sair mijo, saíram umas bolotinhas. Impressionante!!! O cachorro estava cagando no poste com a perninha levantada!!! E a senhora que andava na rua exclamou: “Cagando no poste?!?!”. Eu só pude rir!

3.11.05

Então... eu fui pra São Paulo. Com o argumento de assistir ao TIM Festival, evento que contaria com o show do Strokes, mas com uma verdadeira vontade de rever meu amigo/irmão/pai/whatever, O Igor, e conhecer três figurinhas que o orkut me “apresentou”. Manu – minha prima, já que somos da família Mascarenhas -, La, que me foi apresentada por Manu – via MSN – e Ellen, a mocinha poser de Jundiaí. É isso mesmo... eu conheci pessoas de outro estado via internet e fui lá pra conhecer pessoalmente. “Bem normal, você. Hein, Lou?!”, diria minha amiga Clau, quando soube disso. Mas o fato é que eu fui. Mesmo com todo meu antecedente de tímido/anti-social, eu fui pra ver no que ia dar.
Enquanto planejava a viagem, eu imaginava que o que ia acontecer era... uma vez em SP, eu ligaria pra Manu e nós nos encotraríamos... “Oi, prazer. Legal lhe conhecer e tal...” e depois pronto. Não ia mais vê-la. E assim seria com as outras duas também. Era assim que eu imaginava e, por isso, eu já havia insistido com Zezinho que fosse pra SP passar a semana. Assim eu teria companhia pra andar por lá. Mas as coisas aconteceram um pouco diferentes.
Cheguei sábado de manhã e nem quis dormir pra não perder tempo. Fui na Galeria do Rock com O Igor e, depois de rodar ela toda e voltar pra casa, fomos comer... “Quer ir numa hamburgueria?”, Igor perguntou. Eu... “É. Pode ser.”. Mal sabia eu o que estaria por vir. Onio Rings pra abrir e, como prato principal, Super Burger!!! 350g de carne! Cheddar! Cebola! Bacon! Caralho... aquele é O hamburguer!!! Saímos de lá com comida até a goela. Cheguei em casa e deitei... quando eu vi, já era domingo. Foi o dia que marquei de conhecer Ellen. Mas, antes, fomos dar um rolé na Liberdade. Que maravilha todas aquelas barraquinhas com comidas e comidas e comidas... até acarajé – se é que se pode chamar aquilo de acarajé. Rodamos por lá, orçamos material pra sushi, comemos um belo yakissoba e eu peguei o rumo de Jundiaí.
Eu estava até surpreso com a tranquilidade que estava encarando as coisas. Pegar um ônibus de SP pra ir conhecer uma menina em Jundiaí... e eu nem tava tenso... tossindo à toa... com calafrios. Sinal dos tempos, caro Manga! Aliás... um BOM sinal, diga-se en passant.
Cheguei à cidade da uva e encontrei a mocinha. Baixinha, lindinha, Ramone... tudo como eu imaginava. Fomos pro show e, independente das bandas que eu nem sei quais eram, nos divertimos muito entre cervejas, conversas, salgados, bêbados, batidas de carro e, depois, ônibus perdido. Foi tão legal prometi voltar durante a semana, o que fiz na quinta-feira... quando fomos ao cinema e, depois, fui conhecer a mãe, a gata, o padastro, a avó e a irmãzinha dela. Foi também quando fiz minha primeira despedida. Triste... mas eu volto lá pra vê-la.
Ainda no domingo, fui dormir em Campinas, na casa de Zezinho e Luciana (Iracema). Segunda rodamos por lá... Unicamp, shopping center (o maior da américa latina, segundo os campineiros) e umas brejas de noite. Terça de manhã embarquei pra Sampa e marquei com La* de nos encotrarmos no desembarque.

*Veja bem... eu conheci La através de Manu. O normal seria eu ver Manu primeiro. Mas é que sábado eu liguei e não consegui falar com ela. Quando falei com La, ela me disse que Manu tava viajando e chegaria domingo de noite. Só que terça eu só consegui falar com La e marcamos logo...

Mais uma vez eu estava tranquilo e sem receio de conhecer uma pessoa. Como diria esse povo, eu devia estar sentindo que a energia da pessoa era boa e, por isso, não tive medo. Aeuehueauheauheauheauheauheahaehu... Nem como esse H.
Encontrei La no desembarque. Pequenininha, linda, cabelos vermelhos, bochechudinha e me esperando. Após alguma indecisão, fomos pra Paulista. Passamos a tarde batendo papo, almoçando, andando, rodando em um shopping, rodando em outro – onde fomos encontrar Andressa, amiga dela e de Manu. Mais tarde, por telefone, marquei de ver Manu no outro dia. Com um porém. A mãe dela, mais do que justamente, pediu pra me conhecer antes de deixar a filha sair comigo.
Quarta-feira, encontrei com La de manhã e fomos na galeria. De tarde fui encontrar com Manu no Sta. Cruz. De lá fui pra casa dela conhecer su madre. Dessa vez eu fiquei sem graça. Adultos me dão medo... ahueuheauhaeueauueauhaeuhaeuhaeuh.. De noite fui pra aula, na faculdade de Manu. Planejamento! Já que minha professora não quis me ensinar enquanto eu cursava, assisto aula em outro lugar! Huaehuaeuhea!!!
Quinta planejei ir a Jundiaí de novo. Pela manhã fui com Manu na famigerada 25 de Março... que lugar horrível. Cheio de gente. Cheio de camelô. Cheio de ladrão... sai de lá com uma meia de dedos, encomenda de Red Glasses. Manu não gostou muito d’eu ter visto tanta coisa e não ter comprado nada. Hihihihihihihi!!! Mas já haviam me recomendado a Sta. Ifigênia pra comprar eletrônicos. Enfim... fui pra Jundiaí – como já contei antes – e voltei meio tarde. Último ônibus pro Itaim... demora da porra.
Sexta-feira. Marquei com La pra irmos buscar o índio Zé no Tietê. De lá fomos na Sta. Ifigênia (onde comprei coisas, Manu! Aheuhaeueauea), Pça. da Sé, Liberdade (“melhor restaurantiiiii!”) e, mais uma vez, Galeria. À noite eu queria muito sair. Mas veio a chuva! Chuva pra caralho!!! Fuck! Ficamos em casa regados a TV, biscoito e atum com maionese!!! Nhamiiii!
Sábado eu queria ir no Morumbi ver São Paulo x Santos mas, graças à frouxidão de meus amigos e à impossibilidade de La ir comigo, não fui. Fomos à Paulista – primeira vez de Zezinho lá – e descemos pra Consolação pra buscar minhas camisas da Cuma! Andamos pra caralho até chegar. Almoço: cheeseburger. Vamos ao Pacaembu. Corinthians x Paraná. 3 ingressos por R$ 20. Entramos e fomos logo ao banheiro, aonde mijei na pia... porra! A pia é baixa! Só deu pra saber que era pia porque tinha sabonetes e torneiras. Nessa de mijar logo, perdemos o único gol da partida. Carlitos Tevez. No mais o jogo foi bem mêa boca. Eu quase desafio a morte... o Paraná, após pressionar muito - mesmo sem eficácia -, quase marca um gol. E eu quase comemoro. Seria meu último gesto. De noite, fomos pra rua pra tomar umas. Rodamos muito pra saber onde jantar e escolhemos, com certeza, o melhor lugar! Pizza grande: R$ 21. “Tá bom o preço, né?”. “É.”... pizza muito boa!!! Melhor ainda foi a conta... Pizza R$ 21 + refrigerantes R$ 8 + 10%... 30 e alguma coisa. Desconto R$ 10!!!!!!!!! E agora??? Pedimos outra pizza pela metade do preço ou pagamos o mais rápido possível pra que eles não notem o erro??? Optamos pelo 2. E saímos pra parar no Samaro e beber. Original! Beleza de cerveja!!!
Domingo era o dia do show. Mais uma vez eu ia ter que me virar sozinho. Ninguém tava disposto ($$$) a ir pro show comigo. Sai com o Igor e o índio de manhã. Liberdade mais uma vez. Comprei coisas pra Maria fazer seu sushi e, claro, comemos. Encontrei com a La mas foi rápido. Ela tinha que ir votar ainda. Fim da tarde fui pro show...
Quando entrei já estava no fim do Mundo Livre. Veio a tal da M.I.A... o que foi aquilo?!?! Nem fiquei muito tempo vendo. Veio o Arcade Fire e eu tive certeza que Luciano gostaria dessa banda (o que se confirmou depois)... eu não viajei muito não. Kings of Leon, sim, era uma banda que eu esperava pra ver. Prefiro em CD. Mas a noite terminou em altíssimo estilo. The Strokes fizeram uma apresentação impecável. Um show que começa já cheio de energia e não deixa cair em momento nenhum. A única pausa pra “respirar” foi antes do bis. Mas depois eles voltaram com ainda mais força e, depois de duas músicas, encerraram a noite com Reptilia. Porra! Showzaço! Depois foi só ficar duas horas e meia no ponto de ônibus esperando o buzu não passar. Lá pras 3 e tantas, um taxista gente boa pra caralho aceitou o único dinheiro que eu tinha pra me levar pro outro lado da cidade.
:~(... segunda-feira. This road end here. Mais uma vez tive dificuldade de comunicação com Manu. Então marquei logo pra encontrar La. Só consegui chegar de tarde. Quando conseguimos falar com Manu ela pediu pra que fosse pra outro shopping pra facilitar pra ela. Eu fui e deixei um recado pra ela avisando. Você recebeu o recado? Nem ela! Fiquei com La esperando e, quando ligamos, marcamos de ir até a estação próxima à casa dela pra eu me despedir dela. Na volta, parei com La no ponto onde eu pegaria o buzu e ela desceria pro metrô... quem disse que eu queria ir embora?! Tentei verbalizar um agradecimento. Tava muito feliz, emocionado pra caralho pela oportunidade de ter me aproximado dela. Não consegui falar o quanto eu era grato pela semana que passamos, pela atenção que ela me dispensou, por tudo... só ela sentindo o aperto que senti quando subi naquele buzu sozinho e ela ficou lá embaixo...
- “Tô chegando. Vamos jantar juntos? Me espere.”
- “Tô em casa te esperando.”
Foi com essa troca de mensagens que só depois notei o quanto eram românticas, no melhor estilo casalzinho, que marquei com o Lima de irmos jantar pra me despedir. Algo novo... que eu não tenha ido ainda. TGI’s Friday (Thank’s God It’s Friday). Restaurante cheio de decoração, placas de anúncios antigos e etc... massa. O cardápio? Melhor ainda! Foi difícil escolher a entrada, o prato principal... fácil mesmo foi escolher a coca-cola. R$5 e pode beber até morrer. Só pra você salivar. Onion rings, baked potato (com cheddar e bacon) e asinhas e coxinhas de frango... isso foi a entrada. Já era uma porrada de comida. O pesado: filé com bacon, molho, legumes e uma batata assada com cheddar, bacon e sawer cheese. Mais uma vez saímos, eu e o Lima, lotados de comida... mal conseguindo andar. Só deu pra subir, pegar as malas e rumar a Guarulhos. “Tchau, cara! Se cuida. Ano que vem eu volto!”. Cheguei em Guarulhos antes de meia noite pra pegar um vôo que saía 3:30h. Na hora do check in... “Senhor, esse vôo era ontem. Eu posso colocar o senhor num vôo hoje, no mesmo horário. Mas o senhor precisa pagar R$100 pela transferência de vôo.”
“han?!?!”
Já falei demais pra ainda ficar explicando isso... o fato é que eu fui burro na hora de comprar as passagens e errei. Pra minha sorte, e azar do funcionário da TAM, ele me embarcou na ida sem cobrar isso. Na volta não teve jeito. R$50 na carteira... e na conta? Quanto tem?! R$60... caralho... essa foi por pouco! Check in feito, fiquei vendo São Paulo x Corinthians na TV... meio cambaleando de sono. No mais, foi embarcar e chegar em solo baiano com uma hora extra pra descansar pois saí do horário de verão, de lá, pro horário de Deus, daqui.

Eu sei que esse não é nem de longe o melhor post daqui. Mas serviu pra caralho pra eu relembrar cada detalhe daquela semana maravilhosa. Saudade pra caralho. Eu volto e volto em breve pra rever todos. Espero que vocês tenham sobrevivido!